sexta-feira, 18 de julho de 2014

sábado, 21 de junho de 2014

Manacá-da-serra – Tibouchina mutabilis




Meu  manacá da serra, floriu e está lindo no vaso enfeitando o quintal.

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Nomes Populares: Manacá-da-serra, Cuipeúna, Jacatirão, Manacá-da-serra-anão
Família: Melastomataceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

segunda-feira, 2 de junho de 2014

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Oliveira - a árvore sagrada (Olea europaea)


                                                    A história da Oliveira.
"Esperou ainda sete outros dias e soltou de novo a pomba fora da arca.
À tarde, ela voltou a ele, e eis que tinha no bico um ramo de oliveira!
Assim Noé ficou sabendo que as águas haviam baixado na terra". Gênesis, 8: 10-11
Acredita-se que a oliveira seja originária da Ásia Menor. Nessa região teriam sido descobertos vestígios de primitivas instalações de extração de azeite. Em toda a região do Mediterrâneo, trabalhos arqueológicos encontraram fósseis de folhas de oliveira datados dos períodos Paleolítico e Neolítico.
A oliveira (Olea europaea L.) é considerada uma árvore sagrada. Ela é citada em várias passagens da Bíblia. No Gênesis há referências a um óleo extraído do seu fruto. Na passagem sobre a arca de Noé, a oliveira representa o recomeço, o início de um novo tempo para a humanidade:
Havia na Terra Santa muitas oliveiras e junto com as vinhas eram fonte de riqueza. Naquela época, para colher as azeitonas costumava-se bater ou sacudir a árvore. Já o azeite era extraído esmagando-se ou pisando o fruto. A oliveira fazia parte da vida das pessoas de tal forma, que era uma referência constante. O homem justo, por exemplo, era comparado à oliveira, em razão da força e da cor de suas folhas e também por sua abundância, sendo que os seus filhos eram descritos como ramos de oliveira.
A principal fonte de azeite entre os judeus era a oliveira. Usava-se o azeite na consagração dos sacerdotes e também na purificação dos doentes. Costumava-se passar o azeite no corpo depois do banho ou antes de um evento festivo. O hábito só era suspenso nos períodos de luto ou durante alguma adversidade.
Nos banquetes dos egípcios havia o costume de ungir os convidados com azeite: os criados ungiam a cabeça de cada um no momento em que tomavam o seu lugar à mesa.
O azeite era usado externamente ou internamente como medicamento. A abundância de azeite indicava alegria, ao passo que a falta denunciava tristeza ou humilhação. A oliveira simbolizava sabedoria, paz, abundância e glória. Seus frutos, folhas e madeira eram de grande utilidade e tinham muito valor simbólico. No templo de Salomão, por exemplo, as portas eram talhadas em troncos de oliveira e era com sua madeira que os egípcios faziam os móveis das câmaras mortuárias dos faraós. O azeite extraído do fruto da oliveira era usado como fonte de luz artificial em candeeiros.
Na Grécia a oliveira era considerada uma dádiva da deusa Atena e simbolizava a liberdade e a pureza. Com seus ramos, os gregos trançavam as grinaldas e coroas para os atletas vencedores.
O fruto, conhecido como oliva ou azeitona, tem formato ovóide e coloração verde no princípio, tornando-se arroxeado ou preto ao amadurecer. O tamanho e a forma dos frutos podem variar em função da variedade.
Sófocles, poeta e dramaturgo grego, não escondia sua admiração pela árvore, que julgava quase "imortal": para ele, a oliveira era a "árvore invencível que nasce de si mesma". A mitológica "imortalidade" da oliveira, tão enaltecida por gregos e romanos, provinha da grande resistência e durabilidade da árvore.
O cultivo da oliveira é feito principalmente na região mediterrânea, sendo que a Itália e a Espanha são os principais produtores, seguidos de Portugal, Grécia, Turquia e Tunísia.
A oliveira é relativamente rústica, capaz de adaptar-se aos mais variados tipos de solos, no entanto, a planta é exigente em condições de clima, que deve seco no verão e frio e úmido no inverno. Multiplica-se por estaquia e enxertia. Sabe-se que as mudas obtidas por sementes, na maioria dos casos, dão frutos de qualidade inferior, por isso são utilizadas apenas como porta-enxertos.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Falso-íris – Neomarica caerulea






Nome Científico: Neomarica caerulea
Nomes Populares: Falso-íris, Lírio-roxo-das-pedras, Lírio-roxo-das-pedreiras, Pseudo-íris-azul
Família: Iridaceae
Categoria: Bulbosas, Flores Perenes
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: 0.6 a 0.9 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene